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Atualizado às: 23 de novembro, 2005 - 03h50 GMT (01h50 Brasília)
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Futuro incerto derruba ações da GM na bolsa
Carros esportivos utilitários da GM
Vendas de carros esportivos foram afetadas pela alta nos preços do petróleo
As ações da General Motors voltaram a fechar em queda na bolsa de Nova York nesta terça-feira, como efeito do anúncio de 30 mil demissões e fechamento de 12 fábricas da companhia na América do Norte.

As ações terminaram o dia em US$ 23,27, o que representa uma queda de US$ 0,31 em relação a segunda-feira, mas uma ligeira recuperação em comparação com o início do dia, quando as ações da empresa eram negociadas a US$ 22,83.

Desde o início de 2005, o valor das ações acumula queda de 40%.

Os analistas do mercado de automóveis continuam céticos sobre uma reviravolta na situação da companhia.

A despeito das demissões e do fechamento de fábricas, muitos acreditam que a GM sofrerá para evitar uma falência.

O analista Ron Tadross, do Bank of América, disse que há 40% de chance de que isso ocorra nos próximos dois anos.

Reestruturação

Para o analista John Casesa, da consultoria Merrill Lynch, as perdas de empregos foram apenas o início de um longo processo de reestruturação.

O enxugamento nas operações da GM se tornou crucial para a companhia enfrentar uma série de problemas.

Entre as dificuldades, a empresa tem se deparado com crescentes custos no seguro-saúde de seus empregados, a redução na sua fatia no setor automobilístico e uma acirrada competição com montadoras japonesas tais como Toyota, Honda e Nissan, que tomaram quase um terço do mercado americano de carros.

O corte na força de trabalho da GM deve afetar a confiança dos consumidores à medida que as pessoas percebem que se torna mais difícil encontrar emprego seguro que ofereça boas pensões e benefícios como o seguro-saúde.

"A esperança foi reduzida, o futuro é incerto e as comunidades estão menos estáveis", disse o sindicato United Auto Workers.

Efeitos nas comunidades

A redução nos empregos da GM afetarão comunidades em diferentes partes dos Estados Unidos, e não apenas no Estado de Michigan, onde fica a sede da montadora.

"Todas as cidades onde há uma fábrica da GM fechando verão sua economia local levar um tombo", disse o especialista no setor de carros John Challenger.

Contudo, analistas dizem que a economia dos EUA como um todo é forte o suficiente para absorver as perdas de emprego na GM.

Embora prejudicada pelo furacão Katrina, a economia do país criou 4 milhões de vagas de trabalho nos últimos dois anos e deve crescer em mais 200 mil empregos por mês durante 2006.

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