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Rita força fechamento de refinarias no Texas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A ameaça do furacão Rita, que se encaminha para o litoral do Texas, está obrigado companhias petrolíferas a fecharem refinarias no Estado, responsável pelo processamento de 25% do petróleo consumido pelo país. Pelo menos 16 das 26 refinarias texanas estão na mira do furacão, e muitas já pararam de produzir. Isso colaborou para que os preços do petróleo voltassem a disparar no mercado internacional. O barril do tipo light abriu a quinta-feira negociado a US$ 67,82 em Londres, 1,5% a mais que a cotação do fechamento desta segunda-feira em Nova York, US$ 66,57. O barril de petróleo do tipo Brent, também negociado no mercado londrino, abriu com alta de 1,3%, negociado a US$ 65,57. Na mira A empresa BP já começou o fechamento gradual da unidade na Cidade do Texas, a terceira maior refinaria dos Estados Unidos, com capacidade para processar 460 mil barris por dia. Outras companhias como Apache, Chevron, Exxon Mobil e Shell, também anunciaram a suspensão das atividades de algumas de suas refinarias na área. O corte na produção texana acontece ainda em meio à luta da indústria petrolífera americana para se recuperar do prejuízo causado pela passagem do furacão Katrina, no final de agosto. O número de americanos que perderam o emprego por conta da destruição causada pelo Katrina aumentou em 103 mil na última semana, segundo informações do governo. O total de desempregados chega agora a 214 mil. Especialistas acreditam que o número deve aumentar, conforme os sobreviventes do Katrina começam a recorrer aos benefícios do seguro desemprego. O furacão Katrina é considerado um dos mais caros desastres naturais da história dos EUA. |
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