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Atualizado às: 09 de agosto, 2005 - 04h04 GMT (01h04 Brasília)
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Bush assina polêmica lei de energia
Bush aplaude os esforços do Congresso na aprovação da lei de energia, durante uma cerimônia em na Base Aérea de Kirtland, em Albuquerque, no Novo México
Bush disse que problema não será resolvido "da noite para o dia"
O presidente americano, George W. Bush, sancionou nesta segunda-feira um polêmico pacote de medidas que inclui incentivos fiscais para empresas de petróleo e usinas nucleares.

As medidas, que custarão US$ 14,5 bilhões ao governo americano, estimulam a produção de petróleo, gás natural e eletricidade ao mesmo tempo em que promovem fontes alternativas de combustível.

Bush, que há quatro anos lutava pela aprovação da lei, alega que ela vai reduzir a dependência do país em relação ao petróleo importado.

Apesar da aprovação, os preços do petróleo e da gasolina atingiram novos recordes nesta segunda-feira.

Petróleo em alta

O preço do barril de petróleo ultrapassou a marca dos US$ 63 nesta segunda-feira e o preço médio de um galão de gasolina atingiu o recorde de US$ 2,37.

Os Estados Unidos dependem de petróleo de outros países para suprir 60% da sua demanda diária de quase 21 milhões de barris. O uso de gasolina responde por dois de cada cinco barris consumidos.

O próprio presidente reconheceu que a lei é apenas um passo num plano de "anos" para reformar a estrutura energética do país.

"Nós não vamos resolver os nossos deasafios energéticos da noite para o dia", afirmou Bush, segundo a agência de notícias Reuters "A maioria dos problemas sérios, como altos preços da gasolina e crescente dependência do petróleo estrangeiro, se desenvolveram ao longo de décadas."

O presidente também destacou o que chamou de compromisso com a preservação da natureza pelo estímulo de formas mais limpas e produtivas de energia.

Críticas

Os opositores da nova lei, liderados por grupos ambientalistas e democratas, criticam os incentivos fiscais, subsídios e garantias de empréstimos, que dizem ser um presente para companhias de energia que já estão tendo lucros recordes.

"Grandes lobbistas do setor de energia podem estar celebrando a aplicação da lei, mas americanos comuns devem segurar bem as suas carteiras", disse a diretora legislativa da organização ambientalista U.S. Public Interest Research Group à agência de notícias Reuters.

"Com os preços da gasolina saindo do controle, a medida faz com que os Estados Unidos continuem acelerando na direção errada rumo a mais consumo de petróleo, mais perfuração (de poços de petróleo) e mais poluição", acrescentou a ativista na entrevista à Reuters.

Uma das mais controversas medidas inicialmente propostas, a exploração de petróleo numa reserva selvagem no Alasca, foi destacada do pacote para ser votada isoladamente pelo Congresso em setembro.

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