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Crise na Nigéria leva petróleo a quase US$ 60 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A cotação do petróleo ultrapassou a barreira dos US$ 59 por barril nesta segunda-feira impulsionada, entre outros fatores, pela turbulência na Nigéria, o oitavo maior produtor de petróleo do mundo e um dos principais fornecedores dos Estados Unidos. O preço do barril de petróleo cru leve bateu US$ 58,82 no pregão eletrônico europeu, depois de alcançar o pico de US$ 59,18 momentos antes no pregão asiático. Já o barril do petróleo cru registrou uma nova alta de US$ 58,58. Os Estados Unidos, a Alemanha e a Grã-Bretanha fecharam os seus consulados em Lagos, a maior cidade nigeriana, depois de receberem ameaças de militantes islâmicos. Na semana passada, seis funcionários da Shell no país foram sequestrados. No sábado, eles foram libertados. A oferta de petróleo no mercado está extremamente limitada e qualquer turbulência que possa afetar o fornecimento do produto influencia as cotações. Refinarias Além da Nigéria, as cotações do petróleo continuam sendo influenciadas pelo temor de que a atual oferta não atenda a alta demanda proveniente dos Estados Unidos, onde as pessoas estão usando mais os seus carros por causa das férias, e da China, onde a produção industrial permanece acelerada. Os preços do petróleo subiram mais de 30% neste ano o que levou a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) a aumentar, na semana passada, a sua produção em 500 mil barris para 28 milhões de barris por dia. A medida, contudo, não impressionou o mercado já que, segundo especialistas, os países-membros da Opec já tinham aumentado a sua produção. Na avaliação de analistas, as cotações do petróleo continuarão subindo devido à falta de refinarias do produto. |
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