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Atualizado às: 05 de abril, 2005 - 18h43 GMT (15h43 Brasília)
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Alta do petróleo pode quebrar empresas aéreas, alerta Iata
Aviões
Alta do petróleo está atingindo duramente o setor
A alta no preço do petróleo pode fazer com que as empresas aéreas tenham um prejuízo de US$ 5,5 bilhões neste ano e levar algumas delas a quebrar, de acordo com um alerta da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês).

Em uma conferência em Nova York, a Iata disse que a perda total da indústria entre 2001 e 2005 pode chegar a US$ 40 bilhões.

A previsão de prejuízo para 2005 é baseada no preço médio para o petróleo cru do tipo Brent, de US$ 43 o barril. Na segunda-feira, o Brent chegou a US$ 57,10.

Os altos custos ameaçam a sobrevivência de diversas empresas aéreas especialmente nos Estados Unidos.

Desastre

A United Airlines e a US Airways ainda estão tentando sair da concordata.

Giovanni Bisignani, presidente da Iata, disse na conferência que a indústria do transporte aéreo está "fragmentada, coagida e, francamente, em muitos lugares, um desastre".

Para ele, os governos deveriam reduzir a regulamentação para as empresas aéreas, mas aumentá-la para os monopólios que as companhias são forçadas a usar, como os aeroportos.

"Vemos lucros recordes nos aeroportos, enquanto as empresas aéreas têm prejuízos recordes", disse.

"As empresas aéreas voam e todo os outros fazem dinheiro", acrescentou.

Ele também afirmou que os governos deveriam cortar impostos pagos pelas empresas de aviação.

Apesar das dificuldades em fazer dinheiro, essas empresas estão vendo o tráfico de passageiros aumentar 6% por ano.

As companhias de aviação são particularmente sensíveis à alta no preço do petróleo, porque o combustível representa uma parte substancial de seus custos.

Na Cathay Pacific, o combustível representou 24% de seus custos operacionais em 2004.

A British Airways culpou a alta do petróleo por uma redução de 40% de seus lucros no último trimestre de 2004, dizendo que o custo do combustível subiu 47,3% naquele período.

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