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Petróleo ultrapassa US$ 58 e bate novo recorde histórico | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os preços do petróleo bateram um novo recorde histórico nesta segunda-feira. O barril negociado em Nova York passou pela primeira vez a marca dos US$ 58 – alcançou US$ 58,28, antes de recuar horas depois a US$ 57,80. Analistas do mercado afirmam que os valores são resultado da alta demanda, principalmente dos Estados Unidos, da China e da Índia. O presidente da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), xeque Ahmad al-Fahd al-Sabah, disse que vai iniciar consultas com os membros para tentar aumentar a produção diária em 500 mil barris por dia. Na semana passada, o banco de investimentos Goldman Sachs fez um advertência de que o preço do barril poderia estar subindo até o patamar dos US$ 100 por barril – a notícia pode ter pressionado os preços para cima no primeiro dia de negociações desta semana. Novas consultas "Tínhamos suspendido as discussões por um tempo devido à queda nos preços", declarou Al-Sabah. "Mas agora a realidade dos preços pede que comecemos a fazer novamente consultas com os ministros do Petróleo da Opep sobre um aumento da produção em 500 mil barris por dia." No último encontro do cartel, em março, os ministros dos países membros concordaram em aumentar em 500 mil barris a oferta diária do produto. Na época, eles deixaram aberta a possibilidade de adotar um novo aumento da mesma ordem entre abril e junho. |
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