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Petróleo continua subindo e bate novos recordes | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os preços do petróleo bateram novos recordes nesta quinta-feira, apesar de a Opep, o cartel de países que exportam o produto, ter anunciado que pode elevar as suas cotas de produção. O barril do tipo Brent passou pela primeira vez de US$ 55, alcançando US$ 55,53 no começo do pregão em Londres e batendo em US$ 56,15 durante a tarde. Nos Estados Unidos, o barril do tipo usado como referência chegou a US$ 57, recuando depois para US$ 56,70. Os preços foram impulsionados por notícias de que os estoques americanos de petróleo e combustíveis derivados estão mais baixos do que se esperava, o que obscureceu a oferta de aumento de produção da Opep. Formalidade Na quarta-feira, o barril do petróleo cru americano já havia fechado o pregão a US$ 56,46 por causa do anúncio de que os estoques estavam 3 milhões de barris mais baixos do que na semana anterior. Antes disso, o preço mais alto que o barril havia chegado era de US$ 55,17, cravado em outubro do ano passado. Em Londres, o preço mais alto que o barril do tipo Brent havia chegado anteriormente tinha sido US$ 54,30. Nesta quinta-feira, o presidente da Opep, xeque Ahmad al-Fahd al-Sabah, disse que, se os preços continuarem subindo, o cartel pode se reunir na semana que vem para discutir um incremento na produção, antecipando discussões que estavam programadas para abril. “Se os preços continuarem como estão agora, então vamos começar a conversar na semana que vem”, disse o xeque à agência de notícias Reuters. Na quarta-feira, o cartel já havia aumentado o seu teto de produção em 500 mil barris por dia, com efeito imediato. Mas, com os países-membros da Opep já produzindo acima de seu limite de 27,5 milhões de barris diários, analistas dizem que a decisão não passou de uma formalidade. |
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