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União Européia pode limitar compra de têxteis da China | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A União Européia pediu neste domingo que a China diminua a exportação de produtos têxteis para o bloco sob a pena de enfrentar limites para as vendas. O alerta foi feito pelo comissionário europeu para o comércio, Peter Mandelson, que divulgou neste domingo um estudo sobre o efeito das exportações têxteis da China. "A Europa não pode simplesmente assistir parada a esses fatos", disse o ministro. "Chegou o tempo para tomar novas ações", afirmou ele. França Depois da divulgação, o governo francês também voltou a criticar a situação. O ministro da Indústria do país, Patrick Devedjian, disse neste domingo que aproximadamente sete mil empregos no setor têxtil estão em risco na França. Ele afirmou que esse quadro só seria revertido se a China tivesse um limite para as vendas nesse setor. As exportações da China para a Europa têm crescido desde que foi suspenso um sistema de cotas em janeiro deste ano. Pelo acordo que entrou em vigor em 1974, cada nação só poderia vender um valor limitado de produtos têxteis. De acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC), 17% das exportações de produtos desse tipo no mundo foram feitas pela China em 2003. Esse valor deveria subir cerca de 50% nos três anos seguintes, segundo a previsão da OMC. "A situação é muito séria", disse o ministro. "Nossas empresas que fazem esses produtos têm sofrido há anos." Ele pede que a União Européia siga o exemplo americano de impor barreiras legais para limitar as importação de produtos da China. |
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