|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
China convoca embaixador dos EUA em protesto contra cotas
A China convocou o embaixador americano em Pequim, Clark Randt, pela segunda vez em protesto contra a proposta dos Estados Unidos de impor cotas sobre as exportações de têxteis chinesas. A China ameaçou com a possibilidade de retaliar, aumentando as tarifas sobre exportações americanas. Randt foi chamado para um encontro com a vice-ministra do Comércio da China, Ma Xiuhong, na quinta-feira, um dia depois de ter sido convocado pelo Ministério das Relações Exteriores chinês. Ma disse ao embaixador que Pequim está "chocada" com a iniciativa americana, segundo a mídia estatal chinesa. Ameaça Os americanos anunciaram na terça-feira que imporiam cotas sobre as exportações chinesas de sutiãs, tricôs e roupões. Também deidiu limitar o crescimento das importações a 7,5% ao ano. A aplicação das medidas ainda depende de negociações entre chineses e americanos. "A decisão dos Estados Unidos terá um impacto negativo sobre o comércio entre os dois países e será prejudicial aos interesses dos Estados Unidos", disse Ma, segundo a mídia. A decisão "vai contra os princípios da Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre livre comércio, transparência e não-discriminação", disse ela. A vice-ministra apelou ao governo americano para que "mude de idéia imediatamente". Na quinta-feira, o Ministério do Comércio chinês disse que Pequim se reserva o direito de adotar "novas medidas". O governo dos EUA dizem que o limite para as importações de têxteis é permitido de acordo com as condições de acesso da China à OMC, que dá aos países integrantes o direito de impor cotas temporárias se for comprovado que as exportações chinesas estão provocando distúrbios no mercado. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||