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Ex-funcionário da Yukos pega 20 anos de cadeia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O antigo chefe de segurança da gigante petrolífera russa Yukos, Alexei Pichugin, foi condenado a 20 anos de cadeia por duplo homicídio e tentativa de assassinato. Na semana passada ele havia sido considerado culpado de assassinar o casal Sergei e Olga Gorin em 2002 e por um ataque à responsável pelo serviço de comunicação do prefeito de Moscou. A promotoria tinha inicialmente pedido a prisão perpétua, mas aceitou reduzir para duas décadas, depois que Pichugin decidiu colaborar com a investigação. Os advogados dele – que nega todas as acusações - disseram que vão recorrer. Khodorkovsky Pichugin foi o responsável pela segurança na Yukos até sua prisão, em 2003. Ele é acusado de ter organizado os assassinatos a pedido de um grande investidor – exilado atualmente em Israel - do maior grupo de acionistas da Yukos. Pichugin foi o primeiro ex-funcionário da Yukos, dos vários que estão sendo julgados, a ser condenado. Os promotores no julgamento de Mikhail Khodorkovsky, o antigo presidente da empresa que enfrenta múltiplas acusações de fraude e evasão fiscal, pediram, na terça-feira, que ele fosse condenado a 10 anos de cadeia. |
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