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UE decide rever abertura do setor de serviços | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Após uma série de reuniões em Bruxelas, capital da Bélgica, as lideranças da União Européia concordaram em rever o plano que estabeleceria o fim de barreiras de mercado para o setor de serviços dentro do bloco. A oposição ao plano foi comandada pelo presidente francês, Jacques Chirac, que havia dito que o projeto causaria reduções salariais e um aumento do desemprego na França. Segundo correspondentes internacionais, a decisão representa uma vitória para o presidente francês, uma vez que ele deve convocar um referendo sobre a constituição européia em maio. Chirac temia que a aprovação do plano de liberalização do setor de serviços levasse a uma rejeição da Constituição no plebiscito. Mas outros países que defendem a medida como uma forma de impulsionar crescimento no bloco, como a Grã-Bretanha, disseram que a idéia continua viva e, depois de revista, deverá ser adotada. Medidas As lideranças européias concordaram com outras medidas que visam reformar a União Européia. Entre estas ações, estão propostas para simplificar as regras para déficits orçamentários nos países da União Européia que utilizam o euro como moeda corrente. Os líderes europeus também concordaram em estabelecer esquemas para impulsionar o crescimento econômico e assegurar políticas de bem-estar social. Também houve um acordo para o relançamento do estagnado plano econômico da chamada Agenda de Lisboa. O plano visa tornar, até 2010, a União Européia a mais dinâmica economia mundial baseada na informação. |
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