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Empresas brigam na Justiça britânica pela cor laranja | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma briga por causa da cor laranja está chegando aos tribunais na Grã-Bretanha, com ação da Orange, prestadora de telefonia celular, contra um projeto do conglomerado Easygroup na mesma área. A Orange ("laranja", em inglês) iniciou processo contra a Easymobile por invasão de marca. A Easymobile usa a cor laranja que domina todos os negócios do Easygroup, mais conhecido pela companhia aérea de baixo custo Easyjet. O fundador do grupo, Stelios Haji-Ioannou, disse que vai contestar a ação da Orange. Os dois grupos não conseguiram chegar a um acordo em seis meses de negociações. A Orange alega que a novo serviço de baixo custo de celulares violou seus direitos com relação ao uso da cor laranja e pode confundir os usuários. Sem ligações "Nossa marca e os direitos associados a ela são extremamente importante para nós", diz uma nota da Orange. "Na falta de qualquer compromisso firme da Easy, ficamos sem outra opção a não ser começar um processo por invasão de marca." Haji-Ioannou, que pretende lançar a Easymobile no mês que vem, promete revidar. "Não temos nada a temer nesse caso na Justiça", disse ele. "É nosso direito usar a nossa cor empresarial, com a qual ficamos famosos nos últimos dez anos." O fundador da Easyjet disse que pretende fazer um anúncio no site do Easygroup para se assegurar que os consumidores têm conhecimento de que a Easymobile não tem qualquer ligação com a Orange. A nova empresa é a iniciativa mais recente do Easygroup, que inclui ainda uma rede de cybercafés e locadoras de carros em vários países da Europa. A Easymobile vai permitir que os usuários façam pedidos de chips de celular pela internet, usando produtos fornecidos por outra operadora de telefonia móvel, a alemã T-Mobile. |
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