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Atualizado às: 15 de dezembro, 2004 - 21h28 GMT (19h28 Brasília)
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América Latina cresceu 5,5% em 2004, diz Cepal
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Aumento do petróleo empurrou o crescimento da Venezuela
A economia da América Latina e do Caribe vai fechar o ano de 2004 com um crescimento de 5,5%, segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

O número é superior à média da economia global, estimada em 4%.

A agência da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou nesta quarta-feira o relatório sobre as economias latino-americanas, no qual também prevê para 2005 um crescimento de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) da região.

A Cepal registrou crescimentos positivos em todos os países da região, com exceção do Haiti.

Além disso, o documento destaca que muitas economias atravessam "intensos processos de recuperação".

Os casos mais elogiados são a Venezuela, que deve fechar o ano com um crescimento de 18%, o Uruguai (12%), a Argentina (8,2%) e o Equador (6,3%).

Crescimento do PIB por país
Venezuela: 18%
Uruguai: 12%
Argentina: 8,2%
Equador: 6,3%
Panamá: 6%
Chile: 5,8%
Brasil: 5,2%
Perú: 4,6%
Honduras: 4,3%
Costa Rica: 4,1%
México: 4,1%
Nicarágua: 4%
Bolívia: 3,8%
Colômbia: 3,3%
Cuba: 3%
Paraguai: 2,8%
Guatemala: 2,6%
El Salvador: 1,8%
República Dominicana: 1,8%
Haiti: -3%
Média: 5,5%
Cepal
O Brasil, com com uma expansão do PIB de 5,2%, também aparece entre os países com os melhores desempenhos.

China e EUA

O crescimento generalizado, segundo o relatório, está intimamente relacionado à prosperidade da economia mundial, que deve fechar 2004 com um crescimento médio de 4%.

"Os Estados Unidos e a China são os motores dessa expansão, que resultou no aumento dos preços dos produtos básicos, o que beneficiou vários países, especialmente na América do Sul, mas prejudicou as economias mais deficitárias em matérias-primas da América Central e do Caribe", diz o documento da Cepal.

O relatório também destaca o aumento dos preços do petróleo e dos metais como elementos que favoreceram o crescimento latino-americano.

O aumento registrado no preço do petróleo foi especialmente favorável para a Venezuela, cuja economia havia sofrido uma retração de 9,7% em 2003.

A Cepal ressalta que este foi o segundo ano nas duas últimas décadas em que se registrou um crescimento simultâneo de mais de 3% nas seis maiores economias da região: Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México e Venezuela.

Além disso, a Cepal destaca que o crescimento positivo se registrou mesmo tendo havido uma importante fuga de capitais da região.

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