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Confiança do consumidor cai nos Estados Unidos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A preocupação com emprego derrubou a confiança do consumidor americano em outubro pelo terceiro mês consecutivo, segundo um instituto privado de pesquisas baseado em Nova York. O Índice de Confiança do Consumidor caiu 3,9 pontos, de 96,7 em setembro para 92,8 em outubro, de acordo com The Conference Board. A queda foi superior à esperada por analistas, que projetavam um índice de 94. O índice de outubro, o último até as eleições presidenciais nos Estados Unidos, dia 2 de novembro, é o mais baixo desde março, quando estava em 88,5. Bolsas As perspectivas dos consumidores para os próximos seis meses ficaram mais cautelosas. Em relação ao mês anterior, aumentaram de 9,4% para 10,3% os consumidores que esperam que as condições vão piorar. Já aqueles que esperam que a situação da economia melhore caíram de 21,4% para 20,4%. Já os consumidores que esperam que menos empregos estarão disponíveis nos próximos meses passaram de 16,2% para 18,4%. Aqueles que esperam mais empregos caíram de 17,8% para 16,5%. Apesar da queda de confiança, as bolsas subiram nos Estados Unidos, nesta terça-feira, puxadas pela valorização das ações na área de seguros. No entanto, a volatilidade nos preços do petróleo impediu que os investidores fizessem grandes aplicações. O preço do petróleo leve cru chegou a US$ 54,75 na Bolsa de Mercadorias de Nova York, um aumento de 21 centavos de dólar em relação ao fechamento da véspera. "Escolha sua incerteza. Tem petróleo, tem eleições. Precisamos estourar algumas dessas bolhas de incertezas antes de seguir adiante", disse à agência Reuters Bill Groenveld, operador-chefe da vFinance Investments. "Mas veja como conseguimos segurar apesar de tudo isso. Teremos um mercado forte depois que essas coisas saírem do caminho." |
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