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Itamaraty diz desejar que 'ideais' de Arafat permaneçam vivos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo brasileiro manifestou seu desejo de que os ideais do líder palestino Yasser Arafat continuem sendo perseguidos pelas novas lideranças palestinas. "Neste momento de dor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva associa-se ao pesar do povo palestino", diz nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores. A nota qualifica Arafat como "líder histórico da luta do povo palestino por sua auto-determinação e sua independência". "Certo de que as lideranças palestinas saberão manter vivos os ideais de seu incansável representante, o governo brasileiro reafirma o apoio à criação de um Estado palestino livre e soberano e à construção de um futuro de paz e prosperidade para o Oriente Médio", diz a nota oficial do governo brasileiro. Ramallah O chefe da representação brasileira em Ramallah, Bernardo de Azevedo Brito, ligou na manhã desta quinta-feira a membros da Autoridade Palestina para apresentar formalmente as condolências do Brasil pela morte de Arafat. Azevedo Brito disse esperar que o quadro de normalidade na região seja mantido e que a transição de poder na Autoridade Palestina "ocorra dentro das regras da lei palestina". Um dos motivos apontados pelo governo brasileiro para justificar a existência da representação em Ramallah é a estimativa de que cerca de 2 mil brasileiros vivem nos territórios ocupados. |
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