|
Onda de furacões causa prejuízo recorde nos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A recente onda de furacões que atingiu a costa sul dos Estados Unidos deve causar um prejuízo histórico às seguradoras americanas. De acordo com os cálculos do Instituto de Informação das Seguradoras do país, a conta pode chegar a US$ 21,7 bilhões (R$ 62,1 bilhões). O valor ultrapassaria aquele registrado com o furacão Andrew, em 1992, quando a indústria teve que desembolsar US$ 15,5 bilhões - ou US$ 20 bilhões em valores atuais - para reparar os danos causados pelo fenômeno natural. A costa sul dos Estados Unidos e o Caribe foram atingidos por quatro furacões desde meados de agosto. A tempestade tropical Jeanne, a mais recente, matou seis pessoas e deixou até 2 milhões de pessoas sem eletricidade durante sua passagem pela Florida. Falência Nenhum dos últimos furacões foi tão severo quanto o Andrew, mas a proximidade com que atingiram a costa provocou danos pesados na região. Metereologistas dizem que a temporada de furacões de 2004 tem sido uma das mais destrutivas nos últimos cem anos. O custo dos reparos do furacão Andrew levou muitas seguradoras à falência na época. Desde lá, a indústria seguradora reduziu sua exposição aos estragos causados por furacões, com órgãos governamentais assumindo as perdas nas regiões mais vulneráveis. Analistas do mercado descartam, no entanto, que os atuais prejuízos levem a uma possível crise financeira no setor. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||