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US Airways pede concordata pela 2ª vez em dois anos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A companhia aérea americana US Airways pediu concordata depois de não ter conseguido fechar um acordo para corte de gastos com os sindicatos de trabalhadores. Esta é a segunda vez em dois anos que a empresa, a sétima maior companhia aérea dos Estados Unidos, pede concordata. As concessões que a US Airways estava negociando com os seus funcionários representavam mais da metade da economia de US$ 1,5 bilhão que tinha sido proposta pela administração da empresa. A US Airways, baseada no Estado de Virgínia, vem tentando se tornar um competidor viável para companhias de baixo custo. Programas A empresa foi uma das primeiras a enfrentar as dificuldades que dominam o setor de aviação desde os atentados de 11 de setembro de 2001. "Como ainda não conseguimos os acordos com os trabalhadores necessários para que nosso programa de transformação seja bem-sucedido, precisamos preservar os recursos da companhia que são necessários para implementar o plano", disse, em uma nota, o executivo-chefe da empresa, Bruce Lakefield. "Tomamos uma decisão difícil, mas necessária para completar esse processo com a ajuda da Justiça." No pedido de concordata, a empresa disse que os vôos continuam a operar normalmente e também que os usuários não devem esperar mudanças em programas de milhas. |
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