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Greenspan demonstra otimismo com a economia dos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente do Federal Reserve (banco central americano), Alan Greenspan, disse que a economia está emergindo de um período de estagnação apesar de os preços do petróleo dispararem. Greenspan disse a um painel do Congresso americano que o crescimento econômico recuperou ímpeto nas últimas semanas. Segundo ele, os investimentos e a produção industrial estão aumentando enquanto o ritmo de criação de novos empregos foi retomado em agosto. Greenspan acrescentou que o aumento recorde do petróleo registrado no mês passado teve pouco impacto sobre a inflação. Mas ele advertiu que as finanças públicas dos Estados Unidos devem se "deteriorar substancialmente" nos próximos anos se as atuais políticas para gastos não mudarem. Aposentadoria Greenspan disse que haverá uma pressão extra sobre os cofres públicos na medida em que a geração nascida depois da Segunda Guerra Mundial chegar à idade de aposentadoria e se qualificar para assistência médica subsidiada. "Como nação, pode ser que já tenhamos feito promessas às futuras gerações de aposentados que não poderemos cumprir", disse o presidente do Federal Reserve. Na terça-feira, o Escritório Orçamentário do Congresso (CBO, em inglês) disse que o déficit do orçamento vai aumentar mais na próxima década do que se acreditava originalmente, em parte por causa dos aumento nos gastos de defesa. O CBO estima que o déficit do ano fiscal que termina no dia 30 de setembro chegará ao nível recorde de US$ 422 bilhões. Déficits orçamentários grandes forçam governos a pedir mais empréstimos e reduzir seu escopo para gastos que têm o objetivo de estimular o crescimento econômico. |
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