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OMC autoriza Brasil a adotar sanções contra EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Organização Mundial do Comércio (OMC) autorizou que diversos países, entre eles o Brasil, adotem sanções econômicas contra os Estados Unidos. A medida é uma retaliação contra uma lei antidumping adotada pelos Estados Unidos. Entre os países que haviam condenado a lei americana estavam Brasil, Canadá, Chile, Índia, Japão, México e Coréia do Sul e a União Européia. A lei permite ao governo americano cobrar taxas de empresas estrangeiras acusadas de praticar dumping e repassar a quantia faturada às empresas americanas. Verbas Companhias americanas obtiveram cerca de US$ 561 milhões de dólares (cerca de R$ 474 milhões) através da lei em 2001 e 2002. A legislação ficou conhecida como emenda Byrd, em referência ao seu principal lobista, o senador Robert Byrd, e foi aprovada em outubro de 2000. A OMC havia determinado que a lei era incompatível com as regras aplicadas aos países-membros da organização e que representava um subsídio ilegal. A organização estipulou que os Estados Unidos deveriam deixar de utilizar a emenda Byrd até 27 de dezembro de 2003. O presidente americano, George W. Bush, havia proposto o cancelamento da emenda Byrd, mas tanto congressistas republicanos como democratas se opuseram à proposta. |
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