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Shell poderá ter de pagar US$ 1,5 bi como compensação | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Senado da Nigéria vai pedir que a Shell pague US$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 4,4 bilhões) como compensação por danos ambientais a comunidades que vivem em volta de campos de petróleo. "A moção foi aprovada por maioria, e o Comitê de Petróleo do Senado recebeu a incumbência de fiscalizar seu cumprimento", disse um porta-voz do Senado à agência de notícias Reuters. A Shell Petroleum Development Corp (SPDC), de propriedade da Royal Dutch/Shell, disse não ter tomado conhecimento da determinação. A resolução segue uma petição de membros da tribo Ijaw, localizada em Bayelsa, ao sul do país, onde a Shell e outras empresas multinacionais operam. Petição A SPDC opera em uma joint venture na Nigéria, na qual detém 30%, enquanto a estatal Nigerian National Petroleum Corp possui 55%. Um décimo da SPDC pertence à Total, da França. A Agip, italiana, possui 5%. A petição foi apresentada originalmente à câmara baixa do Congresso no ano passado. Ela foi revista por um painel de conselheiros independentes criada pela câmara. Espera-se que a Shell pague US$ 1 bilhão agora. Os US$ 500 milhões seriam pagos em parcelas iguais nos próximos cinco anos. Em Londres, a Shell disse que a resolução do Senado não foi comunicada à empresa. "A SPDC rejeitou fortemente as afirmações feitas pelos aborígenes Ijaw em uma audiência pública em maio de 2002", disse a empresa. |
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