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Shell fecha acordo de US$ 200 milhões com Líbia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Shell evitou dar detalhes, mas divulgou um acordo com a estatal de petróleo líbia, depois de ter abandonado seus negócios no país por 20 anos. Executivos da empresa anglo;holandesa disseram que é muito cedo para fornecer detalhes, mas assessores que acompanham o primeiro-ministro Tony Blair na visita a Tripoli afirmaram que a Shell estaria se preparando para iniciar um projeto de gás natural no país no valor de US$ 200 milhões. "Esperamos assinar acordos de exploração nas próximas semanas, ou no máximo em dois meses", disse o novo Chefe de Exploração e Produção da Shell, Malcolm Brinded. A Grã-Bretanha está voltando a investir na Líbia como conseqüência da renúncia do coronel Muamar Khadafi de manter armas de destruição em massa, promessa feita em dezembro passado. Reconstrução O ministro das Relações Exteriores da Líbia disse a repórteres que está empenhado em fechar contratos de exploração e reconstruir refinarias. Mohamed Abderrhmane Chalgam disse ter 180 contratos em negociação e espera iniciar leilões em breve. A Líbia é atrativa para companhias de petróleo internacionais por causa de suas vastas reservas e do baixo custo de exploração. "Queremos reabilitar os nossos campos petrolíferos e reconstruir refinarias. A Shell é muito importante, mas estamos abertos para competição", disse o ministro. A Líbia também estaria conversando com parceiros em potencial nos Estados Unidos, incluindo o presidente da Occidental Petroleum Corp., que abriu um escritório em Tripolo no início do mês. Um grupo de outras empresas americanas, chamado Oasis, também está interessado em renovar contratos suspensos desde os anos 80, quando sanções foram impostas ao país. Os contratos expiram no ano que vem. Um comunicado da Shell omitiu detalhes financeiros e afirma que a empresa vai "continuar negociando projetos específicos na Líbia durante o ano de 2004". A Líbia produzia 25% do petróleo cru consumido na Europa até o final dos anos 60. |
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