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China registra inflação mais alta em sete anos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A taxa anual de inflação na China atingiu 5,3% em julho, o patamar mais alto dos últimos sete anos no país. A inflação chinesa já havia crescido nos últimos meses, chegando a 4,4% em maio e 5% em junho. Os preços dos alimentos se encontram especialmente em alta no país, enquanto os bens manufaturados na verdade ficaram mais baratos no período. Analistas acreditam, no entanto, que o valor da inflação anualizada não vai fazer o Banco Central chinês aumentar as taxas de juro, uma vez que, na comparação com junho, a variação negativa foi de 0,2%. Sob controle Nos últimos tempos, o governo chinês tem exibido sinais de que está conseguindo controlar o ritmo de expansão da economia. As estatísticas mais recentes mostram que o Produto Interno Bruto (PIB) do país aumentou 9,6% nos 12 meses anteriores a junho, contra 9,8% em março. A China tem procurado evitar o aumento dos juros com o fim de controlar o crescimento econômico e evitar o aumento da inflação, uma vez que tal medida dificultaria o pagamento de dívidas das empresas públicas. As alternativas usadas têm incluído restrições ao crédito e a projetos de investimento, especialmente no mercado imobiliário e na indústria automobilística. "As medidas para esfriar a economia estão tendo efeito", diz o economista Chris Leung, do banco DBS. Por esse motivo, Leung não acredita que o governo chinês decida aumentar as taxas de juros. |
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