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Petróleo tem novo recorde de alta com decisão da Yukos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A decisão do Ministério da Justiça russo em não autorizar o acesso às contas da Yukos levou os preços do petróleo a registrarem uma nova alta histórica nesta quinta-feira. A petrolífera da Rússia disse que, caso não tenha acesso aos seus bens, terá que interromper as suas operações. Isso afetaria ainda mais a oferta do produto no mercado. O impacto nos preços foi imediato. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o contrato com entrega para setembro subiu para US$ 44,40 contra os US$ 44,34 do recorde anterior. Em Londres, o contrato futuro de petróleo do tipo Brent avançou US$ 1,52 para US$ 41,22 por barril – também uma alta histórica. Opep “O mercado acha que vai perder a produção da Yukos e, ao mesmo tempo, não há sinais de que o crescimento da demanda está diminuindo no segundo trimestre como era esperado”, disse o analista de energia Geoff Pyne à agência de notícias Reuters. Para o analista Mike Fitzpatrick, entrevistado pela agência France Presse, a “demanda é forte o suficiente para empurrar os preços ainda mais alto”. Na quarta-feira, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) chegou a declarar que tem uma capacidade de produção excedente de 1,5 milhão de barris por dia. “Isso permitiria um aumento adicional imediato na produção”, comentou o presidente do cartel, Purnomo Yusgiantoro. Mas o mercado reagiu com ceticismo ao anúncio, tendo um efeito limitado nos preços. A quantidade dificilmente seria suficiente, segundo Fitzpatrick, para dar um grande aumento na oferta global. “Não vai ser uma onda de petróleo entrando no mercado”, comenta o analista. |
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