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Opep descarta elevar produção e petróleo passa de US$ 44 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O preço do petróleo está mais uma vez atingindo patamares recordes nesta terça-feira. O valor do barril de óleo cru americano chegou a US$ 44,24 na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), segundo a agência de notícias Reuters, recuando alguns centavos em seguida. O aumento foi impulsionado por temores de possíveis ataques terroristas nos Estados Unidos e pela declaração da Opep (Organziação dos Países Exportadores de Petróleo) de que os países do cartel não têm como aumentar a produção. O presidente do grupo, Purnomo Yusgiantoro, afirmou que os preços do petróleo chegaram a um patamar "maluco", mas o grupo nada pode fazer para mudar a situação. Aumento não imediato Segundo Yusgiantoro, autoridades da Arábia Saudita, maior produtor e exportador do mundo, lhe disseram que é possível aumentar a produção do país, mas não imediatamente. O preço do barril já havia chegado a US$ 43,82 na segunda-feira, um valor jamais alcançado em 21 anos na Nymex. Ainda assim o aumento registrado nesta terça-feira às 5h de Brasília chega a US$ 0,33 por barril. O barril do tipo Brent também subiu US$ 0,21, batendo em US$ 40,18. Além dos temores de ataques terroristas, o mercado também tem sido pressionado pela crescente demanda da China e dos Estados Unidos. |
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