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Petróleo bate recorde e Bolsas caem após alerta sobre atentados | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O preço do petróleo bateu novo recorde nesta segunda-feira, impulsionado pelo alerta feito pelo governo americano de que a Al-Qaeda pode estar preparando ataques contra instituições financeiras internacionais. O barril de petróleo cru americano chegou a US$ 43,92 nos mercados asiáticos, quebrando um recorde assinalado no final da semana passada. Os temores de que o preço do petróleo continue subindo e também sobre os efeitos de um possível ataque terrorista causaram estrago nos mercados asiáticos. O índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, fechou em baixa de 0,9%, enquanto o Kospi, da Bolsa de Seul, recuou 2%. O índice FTSE 100, em Londres, também abriu em queda. Nervosismo Na sexta-feira, o preço do barril de petróleo fechou em US$ 43,85 em Nova York, nível mais alto em 21 anos. Em Londres, a preço do barril do tipo Brent atingiu US$ 40,05, o valor mais elevado em 14 anos. Antes mesmo dos alertas feitos pelo governo americano sobre possíveis ataques terroristas contra órgãos como o FMI, o Banco Mundial e a Bolsa de Nova York, o mercado já estava sob pressão devido a fatores como o aumento da demanda por petróleo causado pela recuperação da economia americana e o desenvolvimento econômico da China. A situação no Iraque, onde o setor petroleiro tem sido alvo de sabotagens, e a crise envolvendo a Yukos, gigante do setor da Rússia, também colaboram para a instabilidade observada nos últimos dias. |
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