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Ex-presidente da Enron é indiciado nos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ex-presidente da empresa Enron, gigante do setor energético dos Estados Unidos que foi à falência em 2001, foi indiciado nesta quarta-feira. Kenneth Lay, acusado de envolvimento nas fraudes que levaram ao colapso da companhia, deve comparecer nesta quinta-feira a um tribunal na cidade americana de Houston. Os detalhes das acusações formais contra o ex-executivo da Enron estão sendo mantidos em segredo. Em junho, Lay culpou o seu então diretor de finanças na Enron, Andrew Fastow, pelas irregularidades. Ele disse também que 98% dos seus funcionários na empresa eram “indivíduos bons, honestos e trabalhadores”. Dúvida A Enron foi à falência depois que se descobriu que divídas milionárias contraídas pela empresa estavam sendo escondidas. Fastow desenvolveu formas complexas de esconder dos investidores o verdadeiro estado das contas da companhia. Em seu julgamento, ele assumiu sua culpa e foi condenado a dez anos de prisão. A questão, agora, é até que ponto Kenneth Lay tinha conhecimento da falsa contabilidade da empresa. Acredita-se que diretores de médio escalão da Enron o tenham advertido sobre o esquema ilegal. Em uma entrevista ao jornal The New York Times no mês passado, Lay reconheceu que, na qualidade de ex-presidente da Enron, ele deve ser responsabilizado pelo que aconteceu com a empresa. |
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