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'Sinais' da Opep fazem preço do petróleo cair | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Episódio extremista no fim de semana na Arábia Saudita estremeceu o mercado mundial A cotação do barril de petróleo no mercado internacional caiu para menos de US$ 40 nesta quarta-feira, depois que a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) deu sinais de que vai aumentar a produção. O preço do barril tipo Brent no mercado de Nova York fechou o dia em US$ 39,96 – o que representou uma queda de US$ 2,37 em relação ao dia anterior. Em Londres, a queda foi de US$ 2,22, com o barril encerrando a quarta-feira aw US$ 36.68. A Arábia Saudita, o maior exportador mundial, anunciou que está disposta a aumentar a produção de petróleo em 2 milhões de barris/dia. Os Emirados Árabes Unidos também anunciaram que poderia aumentar a produção em até 400 mil barris/dia. A proposta de aumento deve ser discutida pelos membros do cartel nesta quinta-feira em uma reunião em Beirute, no Líbano. Muitos analistas disseram esperar que a Opep eleve o teto oficial de produção de seus membros em até 2,5 milhões de barris/dia, ou 11% “A Opep está dando todos os sinais certos de que eles vão apoiar a Arábia Saudita e aumentar a produção, e o (a cotação do petróleo no) mercado está caindo como resultado disso”, disse o analista Tom James do banco de investimentos Tokyo Mitsubishi International em Londres. Segurança na Arábia Saudita O preço do barril chegou a atingir US$ 42,45 depois do episódio extremista do fim de semana na Arábia Saudita, em que uma instalação petrolífera do país foi atacada. Nesta quarta-feira, as autoridades sauditas disseram que ativistas islâmicos escolheram a estratégia errada ao atacar as instalações da indústria de petróleo do país. Um conselheiro do governo, Adel Al-Jubeir, disse que o objetivo dos militantes foi estremecer a economia saudita e derrubar o governo do país, mas que tais ataques não vão concretizar a meta. Dois supostos militantes foram mortos pelas forças de segurança do país nesta quarta-feira, acusados de ligação com os ataques, que deixaram 22 mortos. Durante uma visita a Washington, Al-Jubeir insistiu que as “instalações de petróleo sauditas são muito, muito seguras”. “Nós estamos determinados a esmagar esse mal e is atrás daqueles que o financiam”, disse. |
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