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Promessa saudita provoca queda no preço do petróleo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os preços do petróleo caíram nesta quarta-feira após um anúncio da Arábia Saudita afirmando estar pronta para aumentar a sua produção diária em até 2 milhões de barris. Na Bolsa de Valores de Londres, a cotação do petróleo tipo brent para entrega em julho caiu US$ 0,43 (US$ 38,56) com relação ao valor de encerramento na terça-feira. O petróleo atingiu altas históricas depois que um condomínio residencial na Arábia Saudita foi atacado por militantes islâmicos, provocando a morte de 22 pessoas. Há uma crescente preocupação de que a violência, inspirada pela rede Al-AQaeda, agora tenha como alvo a interrupção da produção de petróleo pela Arábia Saudita, o maior produtor do mundo. Reunião da Opep As últimas altas nos preços ocorrem em um momento em que a Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep) se prepara para uma reunião, na quinta-feira, durante a qual deve anunciar um aumento na produção de barris com o objetivo de controlar o aumento dos preços. O ministro do Petróleo saudita, Ali al-Naimi, disse que o país está "totalmente pronto" para aumentar a produção e que a Opep está trabalhando para estabilizar os preços dentro da faixa de US$ 22 a US$ 28. "Os preços de hoje não têm nada a ver com os fundamentos do mercado do petróleo", disse Al-Naimi. "O aumento da produção não vai necessariamente resolver o problema, mas temos de reverter a percepção e é por isso que vamos trabalhar." Os Emirados Árabes Unidos também anunciaram nesta quarta-feira que vão aumentar em 400 mil barris diários a sua produção petrolífera no mês de junho. |
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