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Snow elogia 'conquistas' da política monetária do Brasil | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, John Snow, elogiou nesta segunda-feira o desempenho da economia brasileira, dizendo que o país teve sucesso ao reduzir e manter a inflação baixa em 2003 e ao adotar medidas que permitiram a redução dos juros. Snow disse que, dos países com as maiores economias na América Latina, Brasil e Argentina “merecem reconhecimento especial” por “conquistas em política monetária”. “As conseqüências positivas de fortes políticas fiscais e monetárias estão sendo sentidas. No Brasil, por exemplo, o aumento da confiança na política fiscal e a tendência de queda das expectativas inflacionárias permitiram ao Banco Central cortar agressivamente as taxas de juros nos últimos dez meses”, disse o secretário. “Taxas de juros reais são agora de menos de 10%, o que ajuda a impulsionar crescimento econômico mais rápido e o maior nível de investimento.” Reforma e perfil da dívida John Snow fez as declarações durante a 34ª conferência de Washington do Conselho das Américas, que termina nesta terça-feira. A reunião, que neste ano discute a construção de alianças entre os países do continente americano, também contou nesta segunda-feira com a presença do secretário de Estado americano, Colin Powell, do Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Luiz Fernando Furlan, e de outras autoridades latino-americanas e dos Estados Unidos. John Snow também aproveitou seu discurso para elogiar os esforços brasileiros no sentido de mudar o perfil de sua dívida. “(...) O Brasil reduziu bastante a proporção de seu débito ligado ao câmbio”, destacou o secretário, dizendo que a medida a uma melhoria e estabilização da economia, ao fortalecer seu perfil de débito e aprofundar o mercado de capital doméstico. Outro fato elogiado por Snow foi a Reforma da Previdência que, segundo ele, fez com que o Brasil “liberasse verbas que agora podem ser usadas para reduzir a dívida pública ou aumentar investimentos-chave em infra-estrutura”. |
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