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Vendas mundiais de celulares aumentam 40% | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As vendas mundiais de aparelhos aumentaram em 40%, chegando a 153 milhões de unidades no primeiro trimestre de 2004, de acordo com a empresa de consultoria Strategy Analytics. O surgimento de telefones com capacidade de registrar imagens e o incremento em novos modelos, nos Estados Unidos, Europa e Coréia do Sul, impulsionaram as vendas, disse o relatório da empresa. Mas a Nokia está vendo sua fatia do mercado cair para menos de 30%. Segundo analistas, os problemas da empresa se devem em parte a sua relutância, até pouco tempo, em fabricar aparelhos de modelo dobrável, que vem se mostrando cada vez mais popular. Ganhando terreno Os problemas do líder do mercado - inclusive uma queda de 16% nos lucros do primeiro trimestre, para US$ 816 milhões - criou uma oportunidade para seus competidores. Todos eles conquistaram sua parcela de mercado às custas da Nokia. A Motorola, uma das empresas com pior desempenho nos últimos anos, viu sua fatia do mercado global crescer de 15,3% para 16,5% no primeiro trimestre de 2003, com um aumento de 50% em suas vendas, disse a Strategy Analytics. Os lucros da empresa triplicaram para US$ 609 milhões nos primeiros três meses de 2004. A Samsung e a Siemens consolidaram sua posição de terceira e quarta no mercado, enquanto a SonyEricsson - outra empresa com desempenho ruim nos últimos anos - também ganhou terreno. De maneira geral, os fabricantes de telefones celulares esperam vender 586 milhões de aparelhos neste ano, disse a pesquisa. A Nokia provavelmente poderá ter uma recuperação no restante do ano com uma redução nos preços. Notícias na imprensa sugerem que a empresa começou a reduzir os preços de quase toda a sua linha de produtos aos revendedores. Em alguns casos o desconto foi de até 25%. Mas essa pode ser apenas uma solução de curto-prazo. Segundo o relatório da Strategy Analytics, a empresa "precisa atualizar seu portfólio para permitir maior flexibilidade". |
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