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Atualizado às: 30 de março, 2004 - 23h57 GMT (19h57 Brasília)
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Países da AL dão apoio a ministro espanhol para o FMI

O ministro da Economia da Espanha, Rodrigo Rato (dir.) com o presidente do Peru, Alejandro Toledo
Rodrigo Rato (dir.) recebe condecoração do presidente do Peru, Alejandro Toledo
Dezoito países da América Latina, entre eles o Brasil, assinaram nesta terça-feira em Lima, no Peru, uma declaração de apoio à indicação do Ministro da Economia da Espanha, Rodrigo Rato, ao cargo de diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional).

A nota foi apresentada durante a reunião anual do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), realizada na capital peruana.

Rodrigo Rato, que deve deixar o Ministério quando o futuro primeiro-ministro Espanhol José Luis Rodríguez Zapatero assumir o poder, indicou que poderia aceitar o posto, se lhe fosse oferecido.

Na nota, os 18 países dizem que o trabalho do chefe do FMI deve combinar conhecimento técnico e habilidade política, “para ser bem sucedido em situações difíceis”.

Mantega

A declaração deve ser enviada ao Ministro da Economia da Irlanda, Charlie McCreevy, que irá presidir uma reunião do Conselho de Ministros das Finanças da Europa em que deve ser decidido o apoio a um nome para ocupar o comando do FMI.

PAÍSES QUE ASSINARAM DECLARAÇÃO DE APOIO A RODRIGO RATO
Argentina, Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, México, Haiti, Suriname, Chile e Trinidad e Tobago

O ministro do Planejamento, Guido Mantega – que está participando da reunião em Lima – disse que o “processo de escolha” do diretor-gerente do FMI “não é exclusivamente técnico, é também político”.

A expectativa dos países que assinaram a declaração é que o fato de eles representarem uma parte significativa dos países atendidos pelas verbas do fundo possa influenciar a escolha do diretor gerente.

O nome do novo diretor deve ser aprovado em uma votação da diretoria do FMI, na qual países mais ricos têm mais influência.

“Os Estados Unidos tem um peso grande (na escolha), a Europa tem um peso grande, mas nós temos questões que queremos que eles olhem com atenção”, disso o ministro Guido Mantega.

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