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Vagas de emprego crescem nos EUA, mas número decepciona | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Empresas americanas contrataram mais de 112 mil pessoas em janeiro - o maior crescimento mensal em mais de três anos. O aumento - o maior desde dezembro de 2000 - fez com que a taxa de desemprego caísse para 5,6% no país. Ainda assim, muitos analistas ficaram desapontados com os números e disseram que queriam ver um maior crescimento de empregos como prova do reaquecimento da economia americana. Apesar de novos postos de trabalho terem sido criados em algumas áreas, como no varejo, alguns setores chegaram a cortar vagas. Crescimento lento "Não é um desastre", disse Sal Guatieri, economista do grupo financeiro BMO. "Nós estamos vendo uma melhora de trabalho se comparado com os grandes declínios de anos atrás." "Mas ainda não é um crescimento forte, que seria consistente com uma economia crescendo acima de seu potencial", disse Guatieri. "É evidente que as empresas ainda estão receosas de contratar em grande quantidade." Para o escritor e economista Doug Henwood, os empregadores ainda precisam voltar a ter confiança para contratar, depois da baixa nos negócios que aconteceu após a bolha da internet no final da década de 1990. Segundo números do Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, 76 mil vagas foram criadas no setor de varejo americano, 24 mil na construção, 22 mil em educação e saúde, e 21 mil em lazer e hospitalidade. Houve redução de vagas na área de negócios (22 mil), no setor público (13 mil) e na indústria (11 mil). O presidente americano, George W. Bush, espera que haja um crescimento decisivo de empregos até as eleições presidenciais, que ocorrem em novembro. |
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