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Atualizado às: 05 de janeiro, 2004 - 12h26 GMT (10h26 Brasília)
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Maioria de empresários britânicos deve demitir em 2004, diz estudo
Funcionários em indústria
Perspectivas para o mercado financeiro seriam mais otimistas

Mais da metade dos empresários britânicos pretende demitir funcionários em 2004, segundo um levantamento feito por um dos maiores sindicatos da Grã-Bretanha.

A pesquisa encomendada pelo Amicus indica que 53% dos executivos das cem principais empresas britânicas esperam fazer demissões neste ano.

Apenas um terço dos empresários disse estar otimista com o cenário econômico.

No entanto, na City, o centro financeiro de Londres, a expectativa é positiva: o número de empregados deve registrar um recorde de alta até 2006.

Recuperação

Para o secretário-geral da Amicus, Derek Simpson, a pesquisa mostra a falta de comprometimento dos executivos da indústria manufatureira com o treinamento de seus funcionários.

De acordo com o levantamento, um em cada cinco empresários espera gastar menos em treinamento neste ano.

A Confederação da Indústria Britânica (CBI, na sigla em inglês) recentemente alertou que quase 50 mil postos de trabalho na indústria manufatureira devem ser eliminados em 2004.

Mas o setor tem se expandido em ritmo acelerado, indicando que há chances de recuperação neste ano.

Mercado financeiro

Enquanto a indústria manufatureira amarga os efeitos da recessão na economia mundial, as expectativas para o mercado financeiro na Grã-Bretanha são mais promissoras.

De acordo com um levantamento do Centro para Pesquisa Econômica e Empresarial (CEBR, na sigla em inglês), o número de funcionários na City deve bater um recorde de 327 mil em meados de 2006.

Em 2001, os postos de trabalho no setor chegaram a 319 mil, o maior número até hoje.

Em 2002, o número caiu para 304 mil, aumentando em apenas 4 mil no ano seguinte.

O crescimento previsto para 2004 seria resultado da recente recuperação nos preços do mercado acionário e do maior otimismo em relação ao cenário econômico.

No entanto, os responsáveis pela pesquisa destacam que as contratações somente devem ser realizadas caso não ocorram “rompimentos sérios” na economia mundial.

"Nossas previsões são baseadas na hipótese de que dois sérios riscos à economia mundial – a política no Oriente Médio e a instabilidade da economia americana – vão ceder gradualmente", disse Andrij Halushka, um dos autores do levantamento.

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