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G-7 busca estratégia para enfrentar queda do dólar | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O dólar em baixa deve ser a principal questão em pauta na reunião do G-7 (grupo dos sete países mais ricos do mundo) durante o fim de semana. Ministros das Finanças e presidentes de Banco Central vão se encontrar por dois dias em Boca Ratón, na Flórida. O ministro japonês das Finanças disse que vai pressionar por maior estabilidade nas flutuações das taxas de câmbio. Economistas, porém, dizem que os parceiros comerciais dos Estados Unidos devem evitar alterações na política oficial do G-7 sobre taxas de câmbio. Europa e Japão O dólar desabou desde a última reunião do grupo, em Dubai, em setembro, e dificultou a situação de exportadores europeus e japoneses. A queda da moeda americana fez com que governos do bloco europeu e o Japão passassem a defender uma maior estabilidade no mercado cambial. Ministros europeus alertaram no mês passado que a queda do dólar pode prejudicar o reaquecimento econômico na zona do euro. O dólar caiu 9% com relação ao euro e 7% frente ao iene japonês desde setembro de 2003. No início deste ano, o dólar acumulou uma sucessão de baixas recordes na comparação com o euro e atingiu o seu ponto mais baixo com relação à libra esterlina em 11 anos. No final de janeiro, a moeda americana apresentou alguma recuperação. O governo do Japão agiu para conter a alta do iene e proteger seus exportadores. Para tanto, vendeu no mês passado cerca de 7 trilhões de ienes de suas reservas. |
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