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Atualizado às: 07 de janeiro, 2004 - 20h01 GMT (18h01 Brasília)
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Dólar pára de cair um dia após baixa recorde
Dólares

O dólar apresentou uma pequena recuperação nesta quarta-feira, depois de uma série de baixas recordes frente à moeda única européia, o euro, e à libra esterlina.

Às 14h40 (hora de Londres, 12h40 em Brasília), a moeda subiu 0,1% diante do iene, mas ainda era negociada em uma das suas piores baixas, a 106,14 ienes.

O euro caiu 0,2%, chegando a US$ 1,2693, depois de ter marcado os US$ 1,28 na terça-feira.

Mas segundo os analistas, o governo americano está aparentemente contente em manter a queda.

Japão

O dólar tem sido sustentado diante do iene por causa da possibilidade de as autoridades japonesas intervirem nos mercados de câmbio, apesar das críticas dos outros membros do chamado Grupo dos Sete (G-7).

Mas os analistas afirmam que a contínua intervenção por parte das autoridades japonesas é a única força capaz de evitar a quebra da paridade de US$ 1 a 106,14 ienes.

O governo japonês argumenta que uma alta do iene diante do dólar pode afetar as exportações do Japão, um setor, segundo ele, fundamental para a recuperação econômica do país.

Europa

Nesta quinta-feira, o Banco Central Europeu se reúne para discutir uma política de juros.

Alguns analistas acreditam que parte do enfraquecimento do dólar diante do euro seja causado por especulações de que a entidade vá finalmente agir para segurar a alta da moeda, o que poderia prejudicar os exportadores europeus.

A posição pública do Banco Central Europeu até o momento é a favor de um euro "forte e estável", que os investidores interpretaram como um sinal para não intervir.

Mas a rápida alta da moeda – um ganho de 12% em dois meses – pode diminuir as chances de recuperação econômica dos 12 países da zona do euro.

Terror

A contínua ameaça de ataques terroristas também está contibuindo para enfraquecer o dólar.

O défict do governo americano ainda está aumentando e o Fed (banco central do país) não está dando sinais de querer aumentar as taxas de juros para acima do atual 1%, a mais baixa em 48 anos.

Isso ajuda a manter o dólar em baixa, mas pode ajudar a tornar as exportações americanas mais baratas e as importações de outros países mais caras.

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