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Atualizado às: 20 de janeiro, 2004 - 11h45 GMT (09h45 Brasília)
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Encontro em Davos discute dólar, comércio e Iraque
Fórum Econômico Mundial em Davos
Fórum Econômico Mundial acontece entre os dias 21 e 25 em Davos

A instabilidade do dólar, o atraso das conversas mundiais de comércio e a guerra do Iraque são as prioridades do Fórum Econômico Mundial, que começa nesta quarta-feira em Davos, na Suíça.

Mais de 20 ministros do Comércio planejam fazer encontros paralelos ao evento para tentar achar caminhos para o começo das conversas globais de comércio.

A reunião dos líderes políticos, dos pesos-pesados da economia e de celebridades do mundo acadêmico, na estação de férias de inverno suíça, entre os dias 21 e 25 de janeiro, tem a "parceria para a prosperidade e a segurança" como tema neste ano.

O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, não participará do evento. Uma manifestação antiglobalização está sendo esperada para sábado.

Problemas

O tema do evento é provavelmente mais uma expressão de esperança do que uma descrição de fatos.

As discussões que devem ocorrer nos cinco dias do fórum refletem todos os problemas do mundo: os resultados da guerra do Iraque; a guerra contra o terror; a instável recuperação da economia global; as tensões internacionais relacionadas ao comércio e à segurança; o aquecimento global e muitos outros.

Debatendo essas questões estarão presidentes de empresas como Michael Dell, Bill Gates (Microsoft), John Chambers (Cisco), Noguyuki Idei (Sony) e Martin Sorrell (da empresa de propaganda WPP).

O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Kofi Annan, o procurador-geral dos Estados Unidos, John Aschcroft, o administrador americano para o Iraque, Paul Bremer, os presidentes do Paquistão, Pervez Musharraf, e da Nigéria, Olusegun Obasanjo, e o ex-presidente dos EUA Bill Clinton estão entre os políticos que participarão da reunião.

Representantes de organizações como o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) e a agência humanitária Oxfam também marcarão presença.

A polícia adotou um forte esquema de segurança próximo ao centro de conferência em Davos.

Ativistas anti-globalização já entraram em confronto com a polícia em diversas cidades na Suíça.

Em Davos, os protestos são esperados durante o fim de semana.

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