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Economia da Alemanha encolheu 0,1% em 2003
Trabalhadores um uma fábrica de automóveis
Economistas esperam que a economia cresça

A economia da Alemanha, a maior da Europa, encolheu 0,1% em 2003, de acordo com estatísticas oficiais do governo alemão.

Foi o desempenho anual mais fraco da economia alemã desde a recessão de 1993, quando o encolhimento foi de 1,1%.

Os problemas da economia e a dificuldade do governo do país em manter seu déficit orçamentário dentro dos limites impostos pela União Européia criaram um desafio legal para o bloco.

Economistas acreditam, no entanto, que a Alemanha já passou pelo pior e esperam ver a economia crescer cerca de 1,5% em 2004.

Demanda reprimida

A relutância dos consumidores em gastar durante 2003 prejudicou o crescimento doméstico, que foi muito fraco para compensar a redução das exportações, segundo o Escritório Federal de Estatísticas da Alemanha.

O ministro da Economia, Wolfgang Clement, previu um futuro brilhante, com consumidores voltando às lojas novamente, e a indústria investindo para satisfazer a "demanda reprimida".

As exportações aumentaram apenas 1,1% em 2003, enquanto os gastos dos consumidores diminuíram 0,2%, e os investimentos na indústria alemã caíram 3,3% no mesmo período.

"De maneira geral, o desenvolvimento da economia foi decepcionante na Alemanha em 2003, como nos dois anos anteriores", disse Johann Hahlen, presidente do Escritório Federal de Estatísticas.

"Houve sinais de uma leve recuperação no segundo semestre, mas não se pode falar de uma recuperação consistente", afirmou.

O governo alemão está esperando que os consumidores comecem a gastar mais quando forem feitos os cortes nos impostos – num total de 7,8 bilhões de euros (cerca de R$ 27,7 bilhões) – que ele apresentou ao Parlamento no ano passado.

"Pode-se certamente ver 2003 como um ponto baixo da economia", disse o economista Bernd Weidensteiner, do DZ Bank.

Ele concorda com a opinião de Clement, de que a demanda reprimida da indústria e dos consumidores vai fazer os gastos aumentarem em 2004.

"O investimento em particular pode aumentar significativamente neste ano, e o consumo também vai subir", disse.

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