|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pesquisa mostra recuperação do emprego nos EUA
As empresas dos Estados Unidos contrataram, no mês de setembro, mais trabalhadores de que despediram – algo que não acontecia desde janeiro. Os dados, divulgados pelo governo americano, reforçam a tendência de queda do desemprego registrada em agosto. De acordo com o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, a taxa de desemprego ficou em 6,1% no mês passado, a mesma registrada dois meses atrás – o número de vagas criadas a mais foi muito baixo para alterar o índice. O setor que mais surpreendeu os analistas foi de agronegócios, que teve um aumento de 57 mil vagas de trabalho, contrariando as previsões de uma queda de 30 mil. Otimismo cauteloso No setor de manufaturados, setembro foi o 38º mês consecutivo em que foi registrada uma queda no número de empregos. No entanto, o corte de 29 mil empregos nas fábricas foi o menor registrado em um mês desde julho de 2002. Desde o início de 2001, 2,8 milhões de vagas de trabalho foram extintas nos Estados Unidos. Analistas manifestaram um otimismo cauteloso com os sinais de reversão do desemprego no país. Steve Ricchiuto, economista chefe do banco ABN Amro em Nova York, disse que o relatório do Departamento do Trabalho americano foi “mais positivo do que todos anteciparam”. Ricchiuto disse que não ira rever suas previsões de crescimento econômico para os próximos meses, mas reconheceu que “haverá algumas pessoas que farão isso”. Kevin Logan, do banco Dresdner Kleinwort Wasserstein de Nova York, também acha que “os dados são certamente mais fortes do que o antecipado”. “Toda a força está no setor privado, o que é bom e indica que a economia está melhorando um pouquinho.” |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||