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Desemprego diminui pouco nos Estados Unidos
A taxa de desemprego caiu nos Estados Unidos, mas a queda se deve ao menor número de trabalhadores buscando uma vaga e não à criação de mais postos de trabalho. Dados oficiais mostram que a taxa de desemprego caiu para 6,2% no mês passado. Em junho, a taxa chegara a 6,4% – o maior nível em nove anos. Os números indicam que o lento crescimento econômico ainda está levando ao corte de empregos. Em julho, houve uma perda líquida de 44 mil postos de trabalho, e o número ajustado para junho chegou a 72 mil. Desestimulados Pelo menos 470 mil trabalhadores deixaram de buscar trabalho, desestimulados pela falta de empregos disponíveis. Eles não entram mais na conta dos desempregados porque não estão mais ativamente procurando emprego. A indústria sofreu as maiores perdas de emprego, com o fechamento de 71 mil vagas. Apesar da depreciação do dólar nos últimos meses, o que ajuda as exportações americanas, há três anos, todos os meses, tem sido registrada perda de empregos industriais. "Acho que é um pouco decepcionante", disse Jay Bryson, um economista da Wachovia Securities. "Não estamos gerando mais empregos na indústria, e é aí que as perdas de postos de trabalho estão concentradas", acrescentou. Sinais mistos Apesar desses números, uma pesquisa mensal entre gerentes de compras de bens para empresas indica que pode haver espaço para um otimismo cauteloso. A pesquisa do Institute for Supply Management (ISM) mostrou que a indústria está em expansão pela primeira vez em cinco meses. O índice de julho chegou a 51,8 pontos, comparado a 49,8 em junho. Um número acima de 50 indica expansão. "Enquanto a economia em geral continua a melhorar, o setor industrial reverteu a recente tendência de contração", disse Norbert Ore, do ISM. |
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