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Atualizado às: 31 de julho, 2003 - 16h55 GMT (13h55 Brasília)
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Economia dos EUA cresce mais que o esperado
tanque americano
Gastos militares aumentaram 44% no trimestre

A economia americana teve um crescimento mais forte do que o esperado no segundo trimestre deste ano, de acordo com os últimos dados divulgados nesta quinta-feira.

Segundo o Departamento de Comércio americano, os gastos de consumidores e empresários ajudaram o Produto Interno Bruto (PIB) a crescer 2,4% entre abril e junho.

No último trimestre de 2002 e no primeiro de 2003, o crescimento da economia americana tinha ficado em apenas 1,4%.

Os dados mais recentes sobre desemprego aumentaram o otimismo, pois na semana passada o número semanal de pedidos de auxílio-desemprego caiu ao nível mais baixo dos últimos cinco meses.

'Notícias promissoras'

Economistas descreveram a divulgação dos dois dados como "notícias bastante promissoras".

O Departamento de Comércio americano informou ainda que houve um aumento de 3,3% nos gastos dos consumidores entre abril e junho, comparado a uma expansão de 2% no primeiro trimestre.

Os investimentos empresariais cresceram 6,9% no período, depois de terem registrado uma queda de 4,4% nos três meses anteriores.

"Isso reforça o otimismo sobre uma recuperação no segundo semestre", disse James Glassman, economista sênior do JP Morgan Chase.

Gastos militares

"Os gastos dos consumidores estão bastante fortes, e isso é um constrate interessante com o que as pessoas viram em relação à confiança dos consumidores", acrescentou.

Os últimos dados sobre a confiança dos consumidores divulgados no início desta semana mostraram uma queda em julho, que já era esperada.

Economistas atribuíram o resultado às preocupações com o desemprego crescente.

Os gastos militares registraram o maior aumento até agora, com um crescimento de 44,1% entre abril e junho.

No total, as despesas do governo subiram 25,1%, a maior expansão desde 1967.

Perspectivas

Analistas insistiram que há razões sólidas para previsões de crescimento sustentado.

"A economia verdadeiramente parece estar se recuperando", disse Joel Naroff, presidente da Naroff Economic Advisors.

"Com o retorno de investimentos, os sinais indicam uma recuperação significativa mais adiante", acrescentou.

Em Nova York, as bolsas responderam de forma positiva e o índice Dow Jones subia 1,6% às 12h25 (horário de Brasília).

Os dados semanais de desemprego também surpreenderam, revelando uma queda no pedido de benefícios, quando os analistas esperavam pequena alta.

O número de pessoas que pediram seguro-desemprego caiu em 3 mil, chegando a 388 mil na semana que terminou em 26 de julho.

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