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Atualizado às: 01 de setembro, 2003 - 18h39 GMT (15h39 Brasília)
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Bush defende corte de impostos nos EUA
George W. Bush

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que a economia norte-americana está começando a crescer, e a expansão está com velocidade maior que a esperada.

Em um discurso para sindicalistas no Dia do Trabalho nos Estados Unidos, Bush disse que os gastos dos consumidores estão crescendo e a indústria está recebendo mais pedidos, mas que era preciso melhorar.

Ele defendeu sua política de cortar impostos para impulsionar a economia, argumentando que vai ajudar a fazer o país voltar ao trabalho.

Bush reconheceu que a economia americana sofreu uma série de choques nos últimos dois anos, mas prometeu melhores tempos pela frente.

Emprego

Segundo ele, os ataques de 11 de setembro de 2001 custaram US$ 80 bilhões (cerca de R$ 240 bilhões) aos cofres dos Estados Unidos.

No entanto, Bush não fez qualquer referência aos custos da guerra no Iraque.

Ele se defendeu contra as críticas sobre o desemprego, que cresceu apesar de a economia parecer robusta.

"Quando se baixa impostos, as pessoas têm mais dinheiro. Fizemos a coisa certa em relação ao alívio tributário", disse.

Os críticos de Bush têm argumentado que os cortes de impostos - um grande aspecto de sua política econômica - só beneficiam os ricos, e nada fizeram até agora para persuadir as empresas a começar a empregar.

Crescimento

Desde 11 de setembro de 2001, Bush se concentrou fortemente na política externa e agora quer ser visto como alguém que se interessa seriamente pela economia dos Estados Unidos.

As eleições presidenciais estão marcadas para daqui a 15 meses e, é provável que a economia seja um tema central da campanha.

A economia em geral se recuperou rapidamente dos efeitos dos ataques de 11 de setembro - que foram breves, para surpresa de muitos - e de outros choques.

Atualmente, os Estados Unidos estão crescendo mais de 3% ao ano, em um ritmo muito mais veloz que o da Europa, que está estagnada.

Mas o desemprego, que aumentou desde o colapso do boom de alta tecnologia em 2000-01, não caiu como esperado, e permanece em 6,2%.

O pai de Bush, o ex-presidente George Bush - apesar de sua vitória na primeira Guerra do Golfo - não se reelegeu por sua falta de atenção a uma economia enfraquecida, perdendo a eleição para Bill Clinton.

'Projeto de energia'

O outro foco principal do discurso de Bush - que foi leve em idéias concretas de políticas - foi um apelo para uma nova política de energia.

Os cortes generalizados de energia no mês passado intensificaram os pedidos por mudanças na forma pela qual o setor energético americano é regulamentado.

"Não precisamos de padrões voluntários de segurança, precisamos de padrões mandatórios", disse ele.

"O Congresso precisa me dar um projeto de energia", acrescentou.

Tentativas anteriores de redefinir a política de energia durante a administração Bush esbarraram em contrvérsias políticas, pois o presidente e alguns de seus colegas têm fortes ligações com o setor.

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