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Atualizado às: 21 de janeiro, 2004 - 00h10 GMT (22h10 Brasília)
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EUA querem mudanças em plano contra a obesidade
hambúrguer
Indústria alimentícia alega que algumas sugestões de plano da OMS não têm base científica sólida

Representantes dos Estados Unidos exigiram que a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconsidere planos para combater os altos índices de obesidade no mundo.

O esboço de um documento nesse sentido ganhou amplo apoio em reunião da diretoria executiva da OMS nesta terça-feira, mas a delegação americana insistiu que serão necessárias mais discussões antes que um plano final seja aprovado.

Os Estados Unidos puseram em dúvida os dados científicos que sustentam o plano, que inclui redução do consumo de sal, gordura e açúcar em dietas no mundo todo.

A proposta, elaborada em um documento sobre estratégia, tem como objetivo reduzir doenças ao promover estilos de vida mais saudáveis.

Estima-se que 300 milhões de pessoas em todo o mundo sejam obesas e 750 mil estejam acima do peso recomendado.

A obesidade traz riscos de doenças cardíacas, diabete e outros problemas de saúde graves.

A proposta da OMS pretende pressionar a indústria alimentícia para fazer reduções maiores no conteúdo de açúcar e gordura em seus produtos, além de promover mudanças na propaganda e política fiscal para incentivar dietas mais saudáveis.

Açúcar

A indústria alimentícia afirmou que algumas das sugestões – particularmente recomendações referentes a açúcar – não são baseadas em dados científicos consistentes.

E o governo americano foi acusado de tentar diluir as propostas para satisfazer as exigências da indústria.

O chefe da delegação americana, William Steiger, foi criticado em meados de janeiro depois de escrever ao diretor-geral da OMS, Lee Jong-wook desafiando as bases científicas da proposta.

Steiger disse que o documento não coloca ênfase suficiente na responsabilidade do indivíduo de adotar uma dieta balanceada.

A executiva da OMS aceitou a proposta americana que permite que governos tenham mais tempo para sugerir mudanças no documento antes de apresentá-lo à assembléia da organização em maio, para a aprovação final.

Na assembléia estão representados 192 países.

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