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Presidente toma posse na Guiné Bissau | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O novo presidente interino da República da Guiné-Bissau, Raimundo Pereira, promete empenhar-se para a realização das eleições presidenciais dentro do prazo de 60 dias estipulado pela Constituição. Raimundo Pereira fez essa promessa na cerimónia da sua investidura. Por seu lado, a delegação da CPLP deixou Bissau com a promessa de dar apoios financeiros para a realização das eleições. Raimundo Pereira, 53 anos, é jurista e segundo vice-presidente do PAIGC. Um homem de confianca do primeiro-ministro, Carlos Gomes Junior que desempemhou por várias vezes as funções ministeriais. Pediu uma reflexão sobre as razões e motivações de constantes interrupções do ciclo democrático na Guiné-Bissau. “Desde que implantámos o pluralismo até à presente data nenhum mandato chegou ao fim. Nenhum governo cumpriu o seu mandato e nenhum presidente cumpriu integralmente o seu nandato. “Quero deixar aos guineenses a certeza que darei o máximo da minha dedicação e patriotismo a este povo para no prazo legal organizar eleições presidenciais”, disse o presidente interino da Guiné-Bissau, Raimundo Pereira. Apoios As forças de defesa e segurança apelaram à fidelidade à constituição. Estima-se que 4 milhões de dólares podem ser suficientes para a realização das eleições presidenciais antecipadas.
A CPLP segundo João Gomes Cravinho está disposta a apoiar financeiramente. “Há grande disponibilidade da CPLP em ajudar a Guiné-Bissau a superar este momento com ajuda prática concreta e financeira, obviamente que será primeiro identificar as necessidades. “Sei que a comunidade internacional mais alargada e outros estarão ao lado da Guiné-Bissau”, afirmou Joao Gomes Cravinho. Ele chefiou a delegação da CPLP que ao principio da noite de terça-feira deixou Bissau, depois de vários encontros de trabalhos com as autoridades guineenses em busca de alternativas para a crise despoletada com os assassinatos do presidente nino Vieira e do chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, o major-general Tagme Na Waie. A realização de eleições presidenciais no prazo estipulado pela lei magna apresenta-se como uma condição indispensável para o exercício normal da governação uma vez que o presidente interino não tem competencias para promulgar decretos, nem leis aprovadas pelo parlamento e não pode nomear um chefe de estado maior general das forças armadas, entre outras limitações que a lei impõe. | LINKS LOCAIS Cimeira de emergência na Guiné Bissau03 Março, 2009 | Notícias Missão da CPLP e CEDEAO visita Bissau03 Março, 2009 | Notícias Nino Vieira assassinado por militares02 Março, 2009 | Notícias Perfil de Nino Vieira02 Março, 2009 | Notícias Presidente do Parlamento assume chefia da Guiné02 Março, 2009 | Notícias | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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