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Compasso de espera na crise são-tomense
Sede do Supremo Tribunal
As crises institucionais são frequentes em São Tomé e Príncipe
Em São Tomé e Príncipe aguarda-se uma reacção formal do partido maioritário, o MLSTP-PSD, ao convite do chefe do estado para que designe um novo primeiro-ministro.

O chefe do governo cessante, Damião Vaz D'Almeida, demitiu-se esta quinta-feira acusando Menezes de falta de solidariedade institucional na crise que opôs o executivo aos trabalhadores da Função Pública em greve.

Esta sexta-feira, o MLSTP-PSD, indicou não estar disponível para viabilizar uma alternativa de governo.

Indisponibilidade

O seu líder, Guilherme Pósser da Costa, considerou esta sexta-feira em comunicado ser 'inútil o prosseguimento dos seus esforços à procura de novas soluções de governo com sustentabilidade parlamentar.'

O ADI, parceiro de coligação no demissionário governo, afina pelo mesmo diapasão, sublinhando ser tempo de se devolver a palavra aos eleitores.

 É inútil o prosseguimento dos esforços à procura de novas soluções de governo.
Pósser da Costa, líder do MLSTP

Posição contrária é a do MDFM, força política afecta ao presidente, que exortou à constituição 'de um governo credível'.

Legislativas e autárquicas

O pequeno partido Códo defende por sua vez a realização simultânea de legislativas antecipadas, autárquicas e regionais.

Pela voz do seu líder, Neves e Silva, o Códo veio a público exortar o presidente da república a dissolver imediatamente a assembleia da república e 'a convocar de imediato', eleições gerais antecipadas.

Reunida na noite de sexta-feira, da segunda força, o PCD, deverá tornar pública a sua posição durante o fim de semana.

Sabe-se que elementos destacados do partido não são favoráveis à ideia de eleições gerais antecipadas por acharem que o custo seria demasiado alto para o país.

Referendo

Observadores em São Tomé admitem a possibilidade de virem a ser convocadas eleições antecipadas.

Mas não excluem que Fradique de Menezes possa tentar articular uma solução de governo, afastando o cenário de eleições.

A crise parece inviabilizar o referendo à constituição que deveria anteceder as legislativas previstas para Março de 2006.

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