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Recenseamento no estrangeiro aquém do previsto | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Em Moçambique a apenas três dias do final do primeiro recenseamento eleitoral no estrangeiro pouco mais de 20 mil dos 300 mil potenciais eleitores na diáspora foram registados. A Comissão Nacional de Eleições atribui este facto a um conjunto de razões entre as quais a não apresentação por parte de muitos emigrantes moçambicanos de documentação por lei exigida. Este exercício poderá levar a que, pela primeira vez, cidadãos deste país no estrangeiros exerçam o seu direito de voto, nomeadamente nas terceiras eleições gerais agendadas para um e dois de Dezembro. Filipe Mandlate, o portavoz da Comissão Nacional de Eleições referiu-se a algumas das principais dificuldades com que está a ser confrontado o recenseamento de potenciais eleitores moçambicanos no estrangeiro. Mandlate, referiu-se à falta de passaporte ou de bilhete de identidade, ou de um documento que o identifique como um emigrante moçambicano. Segundo aquela fonte, nos primeiros dez dias do processo ou seja até ao final de semana passada, haviam sido registadas cerca de 21 mil pessoas o que, não obstante constituir uma média diária de cerca de 2 mil potenciais eleitores, não deixa de preocupar alguns sectores. Algo que se relaciona com as projecções divulgadas pouco antes do inicio deste recenseamento eleitoral apontando para um universo de 300 mil potenciais moçambicanos residentes no estrangeiro que em principio poderíam vir a exercer pela primeira vez no seu direito de voto. Uma possibilidade que foi aventada prende-se com um eventual alargamento do recenseamento eleitoral para além da actual data limite: 25 de Setembro. |
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