|
Sondagem prevê participação elevada nas eleições | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Em Moçambique, a cerca de dois meses e meio das terceiras eleições gerais uma sondagem de opinião dá conta de um elevado índice de participação nas próximas eleições gerais. Segundo a pesquisa do Instiuto Superior Politécnico e Universitário entre 89 e 97 por cento dos eleitores registados poderão vir a votar. Caso tal se concretize trata-se uma radical reviravolta comparativamente a actos eleitorais recentemente realizados e manchados pelo absentismo de cerca de 80 por cento. O Secretariado Técnico da Administração Eleitoral estima que até 7 milhões de pessoas poderão votar nas próximas eleições gerais de 1 e 2 de Dezembro deste ano. Motivação Resta, no entanto, saber, se estes potenciais eleitores terão ou irão encontrar razão e motivação suficientes para ir ás urnas. Um estudo recentemente realizado pelo Instituto Superior Politécnico e Universitário indica que sim. Uma asserção que se baseia num estudo que ascultou 9 mil pessoas em quatro barómetros políticos nacionais: Maputo, e os estratégicos circulos eleitorais de Sofala, Zambézia e Nampula. Enquanto isso, rodeado de alguma controvérsia motivada por alegações da Renamo que falam de graves irregularidades, decorre vez o recenseamento eleitoral no estrangeiro. Fala-se de cerca de 300 mil eleitores, número suficiente para fazer desequilibrar a balança na contagem dos votos se assim se impuser. Aqui por razões óbvias a disposição é outra já que se trata de um exercício que poderá permitir que pela primeira vez moçambicanos residentes na diáspora exerçam o seu direito de voto. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||