|
Renamo critica recenseamento no estrangeiro | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Em Moçambique a Comissão Nacional de Eleições e o maior partido da oposição voltam a estar de costas voltadas. A Renamo alega que o processo de recenseamento eleitoral no estrangeiro esta semana iniciado estaria ferido de graves ilegalidades. Uma acusação categoricamente rejeitada pelos órgãos eleitorais. Recorde-se que o recenseamento em causa poderá permitir que milhares de moçambicanos na diáspora possam pela primeira vez exercer o seu direito de voto. A Renamo não está satisfeita com o formato do exercício que está a ser levado a cabo como disso à BBC o seu porta-voz Fernando Mazanga. Sublinhando que à Comissão Nacional de Eleições cabe respeitar de forma escrupulosa a lei vigente o nosso interlocutor referiu-se a postos de recenseamento alegadamente criados fora das Missões Consulares e Missões Diplomáticas de Moçambique. As acusações da Renamo seriam todavia descartadas pela Comissão Nacional de Eleições para quem está se perante mais uma tentative de desgastar a sua imagem e perturbar o seu trabalho. Recorda mesmo que a Renamo não foi a princípio favorável á realização do recenseamento eleitoral no estrangeiro. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||