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"Madgermanes" anunciam regresso às manifestações | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Em Moçambique os antigos trabalhadores na extinta República Democrática Alemã prometem retomar amanhã as suas manifestações públicas de reinvindicação, apesar de as autoridades policiais ainda não terem dado resposta a um novo pedido de autorização para o efeito. Os chamados madgermanes, que há cerca de duas semanas chegaram a ocupar durante vários dias a embaixada alemã em Maputo, estão impedidos de se manifestarem há já vários meses devido ao que as autoridades descrevem como razões de segurança. Eles insistem contudo em que os protestos serão pacíficos. Deferimento tácito Perto de duas semanas depois de ter terminado, de forma pacífica, a controversa ocupação da embaixada alemã aqui em Maputo os madgermanes reiteram que a sua luta pela reposição de dinheiros que acusam o Governo de ter alegadamente desviado continua. Alberto Mahuai é o líder do fórum dos regressados e afirma que as esperanças estão agora depositadas na comissão independente composta por respeitadas personalidades da sociedade civil, entre as quais o primeiro presidente da Comissão Nacional de Eleições Brazão Mazula e Alíce Mabota, a número um da Liga dos Direitos Humanos. Os magdermanes interpretam a ausência de resposta por parte da polícia como uma espécie de deferimento tácito do seu pedido. Alberto Mahuai, líder do Fórum dos Antigos Trabalhadores Moçambicanos regressados da ex-República Democrática Alemã reafirmou que as manifestações serão pacíficas, ao contrário do que têm sido alguns dos receios e das leituras feitas em torno das suas acções. |
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