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Moçambique | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Moçambique sofreu os efeitos do colonialismo, da guerra civil e da fome, mas desde que o governo e os rebeldes assinaram um acordo de paz que pôs fim a 16 anos de guerra civil o país deu passos enormes no caminho para a recuperação. Depois da independência em 1975 Moçambique foi arrastado para a luta contra o poder branco na Rodésia e África do Sul. O movimento rebelde Renamo foi criado pela Rodésia para combater guerrilheiros nacionalistas negros que combatiam pela independência rodesiana. BREVE HISTÓRIA Quando a Rodésia se tornou independente como Zimbabwé, em 1980, os rebeldes foram usados pelos serviços secretos militares da África do Sul para obrigar Moçambique a expulsar dissidentes sul-africanos exilados e para mostrar ao mundo que o poder negro não significava necessariamente estabilidade. Entre 1977 e 1992 cerca de um milhão de moçambicanos morreram devido ao conflito ou à fome numa guerra que arruinou a economia e grande parte do interior rural. O país ficou com uma herança de minas anti-pessoais e amputados. Um acordo político em 1992 foi seguido de estabilidade e crescimento económico num dos países mais pobres do mundo. No entanto, o país sofreu sérios revezes quando no ínicio de 2000, e de novo em 2001, foi atingido por cheias que afectaram um quarto da população e destruíram muitas das suas infraestruturas. Em 2002, uma dura seca atingiu muitas partes do sul e centro do país, incluindo áreas anteriormente atingidas pelas cheias. FACTOS
LÍDERES Presidente: Joaquim Chissano
Nascido em 1939, Joaquim Chissano desempenhou um papel de primeiro plano no movimento de libertação Frelimo no ínicio dos anos 1960. Ele assumiu a presidência em 1986 depois da morte do primeiro presidente de Moçambique, Samora Machel. Chissano supervisionou o afastamento do governo do marxismo, a introdução de uma constituição multipartidária e o acordo de paz com o grupo rebelde Renamo. Reeleito em 1994 e 1999, Chissano deverá afastar-se nas eleições presidenciais de 2004. Primeiro-ministro: Luísa Diogo MEDIA A Rádio Moçambique, estatal, é a principal fonte de notícias e informação para muitos moçambicanos. Estações privadas ou comerciais operam em muitas áreas urbanas. As publicações impressas têm pouca influência nas áreas ruais devido aos elevados níveis de analfabetismo. O serviço africano da TV estatal portuguesa, RTP Africa, está disponível nas partes do país que podem receber a televisão doméstica estatal. O Serviço Mundial da BBC está disponível em FM em Maputo, Beira, Xai Xai, Nampula e Quelimane. Cerca de de 40 rádios comunitárias e estações de televisão operam com financiamento do governo e da Unesco. A consgtituição protege a liberdade de imprensa, mas algumas leis do código penal impedem a total liberdade de expressão. A oposição diz que ainda recebe uma cobertura inadequada nos media estatais. A imprensa
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Agência de Notícias Agência de Informação de Moçambique (AIM) |
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