Mostra revela tesouros arquitetônicos escondidos em Nova York

    • Author, Alessandra Corrêa
    • Role, De Nova York para a BBC Brasil

Arcos em tijolo criados pelo arquiteto espanhol Rafael Guastavino entre o fim do século 19 e o início do século 20 podem ser vistos em mais de 250 construções na cidade.

Arcos em tijolo criados pelo arquiteto espanhol Rafael Guastavino entre o fim do século 19 e o início do século 20 podem ser vistos em mais de 250 construções na cidade.
Legenda da foto, Os arcos em tijolo criados pelo arquiteto e construtor espanhol Rafael Guastavino ajudaram a moldar a identidade arquitetônica de Nova York e estão espalhados por diversos marcos históricos e turísticos da cidade. Acima, a “Elephant House” do Zoológico do Bronx, de 1908. (Foto: Michael Freeman, Courtesy of the Museum of the City of New York)
Arcos em tijolo criados pelo arquiteto espanhol Rafael Guastavino entre o fim do século 19 e o início do século 20 podem ser vistos em mais de 250 construções na cidade.
Legenda da foto, Nascido em Valência e com a carreira iniciada em Barcelona, Guastavino chegou a Nova York ao lado do filho mais novo, Rafael Jr., em 1881. Nas décadas seguintes, ambos deixaram sua marca em cerca de mil construções nos EUA, mais de 250 delas em Nova York, como este pavilhão no Prospect Park, no Brooklyn, de 1906. (Foto: Michael Freeman, Courtesy of the Museum of the City of New York)
Arcos em tijolo criados pelo arquiteto espanhol Rafael Guastavino entre o fim do século 19 e o início do século 20 podem ser vistos em mais de 250 construções na cidade.
Legenda da foto, Guastavino trouxe para Nova York uma centenária técnica de engenharia mediterrânea, aperfeiçoada por ele, que consistia em arcos de tijolo dispostos em um padrão que combinava resistência, leveza e beleza. Na foto, o mercado embaixo da Queensboro Bridge, ponte que liga Manhattan ao Queens. (Foto: Michael Freeman, Courtesy of the Museum of the City of New York)
Arcos em tijolo criados pelo arquiteto espanhol Rafael Guastavino entre o fim do século 19 e o início do século 20 podem ser vistos em mais de 250 construções na cidade.
Legenda da foto, A técnica de Guastavino também era à prova de fogo. O Oyster Bar, na estação de trem Grand Central, em Manhattan, de 1912, é um exemplo que comprova a durabilidade das obras do arquiteto. Um incêndio em 1997 estragou tijolos, mas não comprometeu a integridade da estrutura. (Foto: Michael Freeman, Courtesy of the Museum of the City of New York)
Arcos em tijolo criados pelo arquiteto espanhol Rafael Guastavino entre o fim do século 19 e o início do século 20 podem ser vistos em mais de 250 construções na cidade.
Legenda da foto, Guastavino e sua técnica inovadora logo chamaram a atenção de importantes escritórios de arquitetura, que começaram a disputar seus serviços em uma época em que o país via uma explosão no número de novas construções, no início do século 20. Acima, a sala Della Robbia do Vanderbilt Hotel, de 1912, onde hoje funciona o restaurante Wolfgang's Steakhouse. (Foto: Michael Freeman, Courtesy of the Museum of the City of New York)
Arcos em tijolo criados pelo arquiteto espanhol Rafael Guastavino entre o fim do século 19 e o início do século 20 podem ser vistos em mais de 250 construções na cidade.
Legenda da foto, A obra e o legado de Guastavino são tema da exposição “Palaces for the People: Guastavino and the Art of Structural Tile” (“Palácios para o Povo: Guastavino e a Arte do Tijolo Estrutural”, em tradução livre), em cartaz no Museum of the City of New York. A foto mostra o teto da Catedral Anglicana de São João, o Divino, de 1909. (Foto: Michael Freeman, Courtesy of the Museum of the City of New York)
Arcos em tijolo criados pelo arquiteto espanhol Rafael Guastavino entre o fim do século 19 e o início do século 20 podem ser vistos em mais de 250 construções na cidade.
Legenda da foto, A mostra reúne projetos da empresa de Guastavino nunca antes expostos, fotos históricas e atuais de suas obras, um vídeo que permite ao visitante explorar as construções do arquiteto e uma réplica de um arco em tijolo, oportunidade rara de examinar os detalhes da estrutura. Acima a Igreja de Riverside, em Manhattan, de 1930. (Foto: Michael Freeman, Courtesy of the Museum of the City of New York)
Arcos em tijolo criados pelo arquiteto espanhol Rafael Guastavino entre o fim do século 19 e o início do século 20 podem ser vistos em mais de 250 construções na cidade.
Legenda da foto, A estação de metrô City Hall, de 1904, é considerada um dos projetos mais espetaculares de Guastavino. Fechada ao público em 1945, permanece em ótimas condições e pode ser vista quando o trem da linha 6 dá a volta no final de seu percurso. O museu convida moradores e turistas a descobrir obras de Guastavino espalhadas por Nova York, que estão sendo reunidas em um banco de dados no site http://palacesforthepeople.com/projects/. (Foto: Michael Freeman, Courtesy of the Museum of the City of New York)
Arcos em tijolo criados pelo arquiteto espanhol Rafael Guastavino entre o fim do século 19 e o início do século 20 podem ser vistos em mais de 250 construções na cidade.
Legenda da foto, Quando caminham pelas ruas de nossa cidade, as pessoas geralmente não notam os tesouros arquitetônicos escondidos em prédios de escritórios, parques e até estações de metrô”, diz a diretora do museu, Susan Henshaw Jones. A foto mostra a escadaria da capela de St. Paul, na Universidade de Columbia, de 1907. (Foto: Michael Freeman, Courtesy of the Museum of the City of New York)
Arcos em tijolo criados pelo arquiteto espanhol Rafael Guastavino entre o fim do século 19 e o início do século 20 podem ser vistos em mais de 250 construções na cidade.
Legenda da foto, O salão de registro de Ellis Island foi a porta de entrada para os milhões de imigrantes que chegaram aos EUA até a metade do século passado. Em 1917, a empresa de Guastavino substituiu o teto original de gesso, construído em 1900, pelo modelo em tijolos. Durante as décadas em que o prédio (hoje um museu) esteve abandonado, a obra de Guastavino permaneceu intacta. A exposição fica em cartaz até 7 de setembro. (Foto: Michael Freeman, Courtesy of the Museum of the City of New York)